- Venha comigo. - Eu ouvi isso mesmo? Terry falou?!?
- Não temos tempo a perder! Venha logo! - Fiquei completamente sem reação. Meu corpo já não respondia mais, tudo que pude fazer foi ficar parado, olhando abestado.
- Qualé! Eu explico mais tarde Sam, agora vamos! - Ela chamar meu nome,fez com que eu acordasse do transe. Fui atrás dela, mesmo sem saber aonde ia, eu podia confiar nela, certo? Depois de certo tempo, chegamos na praça, Digo estava nos esperando.
- Digo! Terry.. - Comecei.
- Eu sei filho - Ele interrompeu - não há tempo para isso agora.
- Está tudo pronto? - Terry pergunta.
- Tudo pronto comandante. - Responde Digo. Comandante? Oque diabos está acontecendo aqui? - Vai precisar disso - Continua ele, colocando uma espécie de sobretudo sobre Terry.
- Obrigada, então vamos em frente.
Ainda sem entender nada, sigo os dois. Acabamos chegando em uma espécie de clareira. Um círculo de pedras está montado no chão. Digo e Terry recitam umas palavras, mas falam em um tom tão baixo que não consigo ouvi-los. As pedras do círculo ficam vermelhas, e uma espécie de portal se forma.
- Vamos Sam, pule. - Pede Terry.
- Ficou maluca? Eu é que não vou pular nisso ai!
- Já esperávamos essa resposta - Diz Digo, enquanto me ergue pelo braço.
- Ei! Ei! Ei! Oque pensa que está fazendo?!
- Confie em nos filho, isso é algo que temos de fazer. - Foram suas últimas palavras antes de me jogar no portal.
Acordo sem saber onde estou. Me sinto tonto e cansado, parece que anos se passaram desde a última vez que dormi. Está quente, parece que estou no meio de um deserto de rochas. Há duas paredes de rocha ao meu lado, como se eu estivesse no fundo de um desfiladeiro. Tenho o pressentimento de que deveria sair daqui, mas não tenho forças para me levantar.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
O limite
Acordo assustado, suor escorrendo por minha testa. Oque foi esse sonho? Não consigo lembrar detalhes dele, só sei que foi aterrador. Já eram 7:15 da manhã, mas continuo deitado. Essa não! Vou me atrasar para o trabalho! Quando pulo da cama, lembro que fui demitido ontem. Já que não consigo mais voltar a dormir, então decido levantar mesmo.
Não tenho apetite, me sinto desanimado. Foram quatro anos trabalhando na mesma empresa, para ser demitido assim, de uma hora para outra. Mesmo com essa crise, não acho justo logo eu ser demitido. Fiz sempre tudo por eles, e é assim que me recompensam? Uma voz continua ecoando na minha cabeça "Não é justo! Não é justo! Não é justo! Não é justo!" ela diz.
Devo estar perdendo a razão, quem em sã consciência fica ouvindo vozes na própria cabeça? "Você mesmo". Ótimo, agora estou discutindo comigo mesmo. "Algum problema nisso?". Dá um tempo tá? Não estou com bom humor. "Eu sei, eu sou você, lembra?". Certo, agora está decidido, vou ignorar essa "voz".
Para tentar me aclamar, saio para uma caminhada. Apesar do céu azul e sol brilhando, corre uma brisa fria. Caminho até chegar à praça, onde decido sentar no banco e descansar um pouco as pernas. Não lembrava que estaca tão fora de forma assim. "Nem me diga". Respiro fundo, e tento pensar no que fazer daqui para frente. Como vou me sustentar? Ou então, oque vai ser da minha irmãzinha? Sem nossos pais ou avós, eu sou o único com que ela podia contar, internada no hospital a mais de dois anos.
Milhões de pensamentos correm por minha cabeça. Não se mais oque fazer, não tenho mais nada, as contas do hospital que já estavam atrasadas agora nem poderão ser pagas. "Estamos perdidos". Já sei disso, cale a boca. "Não seja tão mal educado consigo mesmo". Eu falo comigo do jeito que eu quiser! Oque estou pensando? "É, você não devia ser tão agressivo". Não estou falando com você! "E com quem está falando então?". Comigo mesmo droga! "Mas eu sou você". Chega! Não aguento mais! "Ei, oque vai fazer?".
Vejo um ônibus vindo pela rua, um daqueles "sanfonas" amarelos. Perfeito. "Ei! Ei! Ei! não vá fazer nenhuma idiotice!". O ônibus acelera rápido na descida. Não vai nem notar. Ele chega perto o bastante. Atiro-me na frente. Sinto cada osso do meu corpo sendo quebrado. Ouço o motorista frear. Em vão. Saio voando pela rua, quico no chão umas duas vezes antes de parar. Não sinto dor, minha mente está silenciosa outra vez. O sangue escorre quente por meu corpo. Conforme perco consciência, tenho certeza de que a voz não irá mais me atormentar, são meus últimos segundos de vida. "Os últimos segundos da NOSSA vida". Desgraçado.
Não tenho apetite, me sinto desanimado. Foram quatro anos trabalhando na mesma empresa, para ser demitido assim, de uma hora para outra. Mesmo com essa crise, não acho justo logo eu ser demitido. Fiz sempre tudo por eles, e é assim que me recompensam? Uma voz continua ecoando na minha cabeça "Não é justo! Não é justo! Não é justo! Não é justo!" ela diz.
Devo estar perdendo a razão, quem em sã consciência fica ouvindo vozes na própria cabeça? "Você mesmo". Ótimo, agora estou discutindo comigo mesmo. "Algum problema nisso?". Dá um tempo tá? Não estou com bom humor. "Eu sei, eu sou você, lembra?". Certo, agora está decidido, vou ignorar essa "voz".
Para tentar me aclamar, saio para uma caminhada. Apesar do céu azul e sol brilhando, corre uma brisa fria. Caminho até chegar à praça, onde decido sentar no banco e descansar um pouco as pernas. Não lembrava que estaca tão fora de forma assim. "Nem me diga". Respiro fundo, e tento pensar no que fazer daqui para frente. Como vou me sustentar? Ou então, oque vai ser da minha irmãzinha? Sem nossos pais ou avós, eu sou o único com que ela podia contar, internada no hospital a mais de dois anos.
Milhões de pensamentos correm por minha cabeça. Não se mais oque fazer, não tenho mais nada, as contas do hospital que já estavam atrasadas agora nem poderão ser pagas. "Estamos perdidos". Já sei disso, cale a boca. "Não seja tão mal educado consigo mesmo". Eu falo comigo do jeito que eu quiser! Oque estou pensando? "É, você não devia ser tão agressivo". Não estou falando com você! "E com quem está falando então?". Comigo mesmo droga! "Mas eu sou você". Chega! Não aguento mais! "Ei, oque vai fazer?".
Vejo um ônibus vindo pela rua, um daqueles "sanfonas" amarelos. Perfeito. "Ei! Ei! Ei! não vá fazer nenhuma idiotice!". O ônibus acelera rápido na descida. Não vai nem notar. Ele chega perto o bastante. Atiro-me na frente. Sinto cada osso do meu corpo sendo quebrado. Ouço o motorista frear. Em vão. Saio voando pela rua, quico no chão umas duas vezes antes de parar. Não sinto dor, minha mente está silenciosa outra vez. O sangue escorre quente por meu corpo. Conforme perco consciência, tenho certeza de que a voz não irá mais me atormentar, são meus últimos segundos de vida. "Os últimos segundos da NOSSA vida". Desgraçado.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O melhor amigo do homem - IV
Acabei não indo ao parque hoje, fiquei a tarde toda pensando no que havia acontecido. Terry também estava estranha, estava muito quieta, quase não comeu sua ração. Jantei em silêncio, logo depois fui dormir. Terry deitou ao meu lado, como se quisesse me consolar.
Na manhã seguinte, Terry estava agitada. Algo não estava certo mesmo. Já na escola, a aula de história passa rápida, Sarah não está presente de novo. Não a vejo a manhã toda.
Na saída, sou cercado por um grupo de alunos mais velhos, deviam ter entre 15 e 17 anos, o maior deles, um gordo de cabelos castanhos encaracolados começa a falar:
- Cade a sua namoradinha frangote? Foi se pegar com outro e te deixou de lado é? - Eles estão falando de ontem? Sinto cada nervo, músculo, célula do meu corpo se enchendo de raiva.
- Que foi? O gato comeu sua língua é? - Eles caem na risada.
- Não é. Da sua. Conta. - Respondo, mal conseguindo conter minha fúria.
- Como é? Acha que tem moral só porque tem uma namoradinha escrota?
- Ela não é minha namorada! - Fiquei vermelho, numa hora dessas eu fico envergonhado?
- É só sua put......
Não me contive, pulei em cima dele, com um soco de direita reto naquela cara gorda. Ouvi o som de ossos quebrando, provavelmente seu nariz quebrou, quando ele rolou para trás agonizando. Senti seus 3 amigos agarrando meus braços. Iam acabar comigo, não sobraria muita coisa. Mas por sorte, Terry apareceu para me salvar. Ela estava estranha, tinha um olhar furioso, quase humano. Seus latidos e rosnados eram aterradores, sobrenaturais. Logo me soltaram, mas o gordo que eu havia socado avançava irado em minha direção. Num piscar de olhos, Terry mordeu seu braço e o jogou para longe.
Mas oque aconteceu depois, foi oque mais me surpreendeu.
Na manhã seguinte, Terry estava agitada. Algo não estava certo mesmo. Já na escola, a aula de história passa rápida, Sarah não está presente de novo. Não a vejo a manhã toda.
Na saída, sou cercado por um grupo de alunos mais velhos, deviam ter entre 15 e 17 anos, o maior deles, um gordo de cabelos castanhos encaracolados começa a falar:
- Cade a sua namoradinha frangote? Foi se pegar com outro e te deixou de lado é? - Eles estão falando de ontem? Sinto cada nervo, músculo, célula do meu corpo se enchendo de raiva.
- Que foi? O gato comeu sua língua é? - Eles caem na risada.
- Não é. Da sua. Conta. - Respondo, mal conseguindo conter minha fúria.
- Como é? Acha que tem moral só porque tem uma namoradinha escrota?
- Ela não é minha namorada! - Fiquei vermelho, numa hora dessas eu fico envergonhado?
- É só sua put......
Não me contive, pulei em cima dele, com um soco de direita reto naquela cara gorda. Ouvi o som de ossos quebrando, provavelmente seu nariz quebrou, quando ele rolou para trás agonizando. Senti seus 3 amigos agarrando meus braços. Iam acabar comigo, não sobraria muita coisa. Mas por sorte, Terry apareceu para me salvar. Ela estava estranha, tinha um olhar furioso, quase humano. Seus latidos e rosnados eram aterradores, sobrenaturais. Logo me soltaram, mas o gordo que eu havia socado avançava irado em minha direção. Num piscar de olhos, Terry mordeu seu braço e o jogou para longe.
Mas oque aconteceu depois, foi oque mais me surpreendeu.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
O melhor amigo do homem - III
O senhor se chamava Rodrigo. Mais conhecido como Digo, o mendigo. Logo viramos amigos, pude perceber que ele e eu tínhamos traços em comum. Acho que Terry sentiu a mesma coisa, pois logo eles se começaram a brincar e fazer palhaçadas. Foi uma tarde divertida.
-Está ficando tarde, acho melhor irmos pra casa Terry.
-Au!
-Nos vemos amanhã Digo?
-Estou sempre aqui garoto - respondeu ele sorridente.
Cheguei em casa exausto, tomei um bom banho para relaxar. Dona Marta havia feito bolo, estava um delícia, ainda mais acompanhado daquele copo de leite gelado, com nescau e açúcar. Depois de lavar a louça e escovar os dentes, subi para meu quarto e me atirei na cama. Dormi na hora.
Na manhã seguinte, avisto Sarah de longe, já entrando na escola. Por algum motivo, ela chama minha atenção. Não vou pensar nisso, mas que besteira. Entro na sala e sento no meu canto. Pouco a pouco os outros alunos vão chegando. Aula de matemática, não é minha preferida, mas talvez sirva para me distrair.
Valeu a tentativa. Sarah não estava na aula, apesar de eu ter certeza de te-la visto entrando na escola. Isso só me fez pensar mais nela. Depois da aula, a vejo sentada e um banco na frente da escola.
- Não sabia que você matava aula.
- É, não é um habito. - responde ela desanimada.
- Qual o problema? - pergunto, começando a ficar preocupado.
- Pra falar a verdade, não sei. Algo simplesmente não está certo.
- Olha, não sou bom com esse tipo de coisa, confortar alguém, simplesmente não sei oque fazer - confesso.
Ela sorri, me puxa para seu lado, e se apoia sobre meu peito. Meu coração acelera.
- Só fique ai - Ela pede.
- Não vou te decepcionar.
-Está ficando tarde, acho melhor irmos pra casa Terry.
-Au!
-Nos vemos amanhã Digo?
-Estou sempre aqui garoto - respondeu ele sorridente.
Cheguei em casa exausto, tomei um bom banho para relaxar. Dona Marta havia feito bolo, estava um delícia, ainda mais acompanhado daquele copo de leite gelado, com nescau e açúcar. Depois de lavar a louça e escovar os dentes, subi para meu quarto e me atirei na cama. Dormi na hora.
Na manhã seguinte, avisto Sarah de longe, já entrando na escola. Por algum motivo, ela chama minha atenção. Não vou pensar nisso, mas que besteira. Entro na sala e sento no meu canto. Pouco a pouco os outros alunos vão chegando. Aula de matemática, não é minha preferida, mas talvez sirva para me distrair.
Valeu a tentativa. Sarah não estava na aula, apesar de eu ter certeza de te-la visto entrando na escola. Isso só me fez pensar mais nela. Depois da aula, a vejo sentada e um banco na frente da escola.
- Não sabia que você matava aula.
- É, não é um habito. - responde ela desanimada.
- Qual o problema? - pergunto, começando a ficar preocupado.
- Pra falar a verdade, não sei. Algo simplesmente não está certo.
- Olha, não sou bom com esse tipo de coisa, confortar alguém, simplesmente não sei oque fazer - confesso.
Ela sorri, me puxa para seu lado, e se apoia sobre meu peito. Meu coração acelera.
- Só fique ai - Ela pede.
- Não vou te decepcionar.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O melhor amigo do homem - II
- Au! - Terry não latiu para mim. Olho para trás e vejo Sarah.
-Então você é o dono de uma coisa fofa dessas? - Ela pergunta. - Pois é - respondo - Sarah, Terry, Terry, Sarah.
-Au!
-Então ta, nos vemos amanhã - Ela beijou meu rosto e foi embora antes que eu pudesse dizer qualquer coisa. Senti minhas bochechas esquentando.
-Bem Terry, vamos pra casa garota. Você sabe o caminho né? - brinquei.
-Au! Au! Au!
Chegamos em casa 12:15, bem na hora do almoço. A empregada , dona Marta, fez um feijão e arroz, misturado com aquelas batatas palhas que se compra em qualquer mercado, mais uns filés de frango. Uma refeição digna dos deuses. Como de costume, passei a tarde com Terry, brincamos de cabo de guerra, correr um atrás do outro, enfim, esse tipo de coisa. Às 15:30, saio com ela para passear no parque. O parque da cidade fica a só duas quadras de casa, é um espaço amplo, é possível correr, andar de bicicleta, skate, patins, caminhar com seu cachorro, uma infinidade de coisas.
Quando chegamos lá, o clima estava ótimo, céu azul, sol brilhando. Decidi que precisava entrar em forma, ia correr com Terry todo dia, quem sabe assim eu não pego uma corzinha também?
Começamos a correr, e 10 minutos depois, eu já estava sem ar.
- Como você aguenta? - indaguei Terry, ela continuava a correr e pular por ai, sem demonstrar o menor cansaço.
Um senhor sentado no banco da praça olhava pra a situação e se contorcia de dar risada.
- Ahahahahahaha! Nada mal garoto, mas ela está séculos à sua frente!
-Faça melhor então, vovô - provoquei, ainda sem fôlego.
Mal terminei de falar, ele levantou e começou a correr, numa velocidade impressionante, deu voltas e voltas, acho que se passou cerca de meia hora, quando ele sentou do meu lado, como se nunca tivesse levantado.
- E então? como me sai? - pergunta ele sarcástico.
- Nada mal - respondo - nada mal mesmo, como vocês conseguem?
-Anos de prática e treino meu jovem. - disse sorrindo.
-Au! - concorda Terry animada.
sábado, 21 de abril de 2012
O melhor amigo do homem
Introdução
Sam nunca foi um garoto muito popular. 13 anos, magro, cabelos negros, dono de uma pele muito branca. Mas tinha algo que muitos não tinham, um "dom", de se entender com a natureza. Sempre se deu bem com os animais, principalmente os cachorros, era quase como se falassem uma mesma linguagem.
Sempre ficava do lado dos animais fracos e indefesos, não suportava que os torturassem. Por essa razão, era motivo de piada dos colegas da escola, não que ele se importasse com a opinião alheia.
Dia 08 de Fevereiro, primeiro dia de aula. Escola nova, Santo Clemente, Sam chega 1 hora antes de começar a aula pois sua mãe, Lauren, vai trabalhar cedo no hospital da cidade (fica a cerca de 3 quadras da escola). Logo ao entrar na escola, Sam mau humorado pensa "Ótimo, mais uma escola, mais um lugar em que não conheço ninguém".
"Primeira aula, biologia, sala 203. Bem, pelo menos é uma matéria boa". Sam caminha pela escola, aproveitando o tempo para conhece-la. "A cantina e os banheiros são quase ao lado da sala, conveniente". Na hora da aula, Sam senta-se na primeira cadeira do lado esquerdo da sala, ao lado da janela. A professora de biologia chama-se Claudia, uma baixinha gordinha, de cabelos castanhos curtos e encaracolados, olhos verdes.
- Bom dia classe! - diz a professora - espero que todos estejam animados, pois hoje iremos estudar sobre o meio ambiente!
A classe não parece muito animada, então a professora continua - animados ou não, é sobre isso que será o conteúdo da primeira prova, então tratem de prestar atenção!
Os colegas de Sam não pareciam muito "ligados", passavam a aula conversando, reclamando, tudo, menos prestar atenção na aula. "Hunf, se eles gostam da ignorância, bom pra eles". Mas havia uma exceção, uma garota , cabelo meio loiro e meio castanho, óculos, olhos castanhos. De longe se percebia que ela tinha algo de diferente. Sarah. Esse era seu nome. Enquanto Sam a observava, ela olha para ele, e sorri. "Ela sorriu pra mim?" tão rápido ela voltou a prestar atenção a aula, que foi como se nada tivesse acontecido.
Após a aula, a cadela de Sam, Terry, uma husky siberiana, está parada na frente da escola.
- Como me achou aqui garota?
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A partir do próximo trecho, a história será contada do ponto de vista de Sam.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Primeiro Post !!
Como o título já deixa claro, esse é o primeiro post do blog.
Esse blog será utilizado para postar minhas idéias, para possíveis livros, e outras coisas, possivelmente aleatórias, e tals.
Sintam-se livres para comentar, criticar, enfim, deixem suas opiniões.
Esse blog será utilizado para postar minhas idéias, para possíveis livros, e outras coisas, possivelmente aleatórias, e tals.
Sintam-se livres para comentar, criticar, enfim, deixem suas opiniões.
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